domingo, 20 de março de 2016

6º e 7ºano - Trabalho de Ciências

Nosso trabalho deste Bimestre será sobre o mosquito

Diferenças entre a Dengue, Chikungunya e Zika

As principais diferenças entre a Dengue, a Chikungunya e a Zika estão na

intensidade dos sintomas. Entre essas doenças, a dengue é a mais grave.Diferenças entre a Dengue, Chikungunya e Zika

O mosquito do gênero Aedes é responsável por transmitir diversas enfermidades

     O Brasil é um país que apresenta vários tipos de clima, com predominância dos quentes

 e úmidos. Essa característica faz com que uma grande quantidade de insetos estabeleça-se

em nosso território, como é o caso dos mosquitos do gêneroAedes, que se desenvolvem, principalmente, em zonas tropicais e subtropicais.    Os mosquitos do gênero Aedes são 

importantes vetores de doenças. No Brasil, Aedes aegypti é a espécie que merece maior

 atenção. Como exemplo de  doenças provocadas por esse mosquito, podemos destacar

 a dengue, a chikungunya e a zika.

   Além de serem transmitidas pelo mesmo mosquito, a dengue, a chikungunya e
a zika são doenças que apresentam alguns sintomas semelhantes, o que pode
dificultar o diagnóstico. Entretanto, pequenas diferenças existem e podem ser 
usadas como critério para a diferenciação.
  
  A dengue é, sem dúvidas, a doença mais grave quando comparada à chikungunya
e à zika. Ela causa febre, dores no corpo, dores de cabeça e nos olhos, falta de 
ar, manchas na pele e indisposição. Em casos mais graves, a dengue pode
provocar hemorragias, que, por sua vez, podem ocasionar óbito.
   
 A chikungunya também causa febre e dores no corpo, mas as dores concentram-se
principalmente nas articulações. Na dengue, as dores são predominantemente 
musculares. Alguns sintomas da chikungunya duram em torno de duas semanas;
todavia, as dores articulares podem permanecer por vários meses. Casos de morte 
são muito raros, mas a doença, em virtude da persistência da dor, afeta bastante a
qualidade de vida do paciente.

   Por fim, temos a febre zika, que é a doença que causa os sintomas mais leves.
Pacientes com essa enfermidade apresentam febre mais baixa que a da dengue
e chikungunya, olhos avermelhados e coceira característica. Em virtude desses 
sintomas, muitas vezes a doença é confundida com alergia. Normalmente a zika
não causa morte, e os sintomas não duram mais que sete dias. Vale frisar, no 
entanto, que a febre zika relaciona-se com uma síndrome neurológica que causa 
paralisia, a Síndrome de Guillain-Barré, e também com casos de microcefalia.

   O tratamento da dengue, chikungunya e zika é praticamente o mesmo, 
uma vez que não existem medicamentos específicos para nenhuma dessas 
enfermidades. Recomenda-se que o paciente, nos três casos, permaneça em
repouso e beba bastante líquido. Alguns medicamentos são indicados para dor,
mas não se deve fazer uso de remédios sem o consentimento do seu médico, 
pois pode ser que alguns medicamentos contenham ácido acetilsalicílico, 
que podem desencadear hemorragias.

   Não existem vacinas contra as doenças citadas no texto. Assim sendo, a 
melhor forma de prevenir-se é pela destruição dos locais propícios
 à multiplicação do mosquito Aedes, garantindo sempre que não haja acúmulo 
de água parada.

Aprenda a fazer uma armadilha para pegar o mosquito da dengue

   Cada mosquito da dengue vive de 30 a 35 dias. Dentro deste período, as fêmeas
põem ovos de quatro a seis vezes, sendo que a cada ninhada são cerca de 100 ovos. Basta um local com água limpa e para que a chance de proliferação seja enorme.
   Se não encontra o local apropriado para depositar os ovos, o mosquito voa distâncias de até três quilômetros até localizar um recipiente ideal. Por isso, uma forma de ajudar a combate a doença é fazer com que o Aedes aegypti se reproduza dentro de armadilhas, onde pode ser eliminado.
   Idealizada e patenteada por Antônio C. Gonçalves Pereira, funcionário da COPPE-UFRJ (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia) junto com o engenheiro Hermano César M. Jambo, a “mosquitérica” é uma versão genérica e mais acessível de uma armadilha criada pela equipe do professor Maulori Cabral, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).
PARA CONSTRUIR A SUA, VOCÊ VAI PRECISAR DE:
  • Uma garrafa PET
  • Lixa
  • Fita isolante
  • Micro tule
  • Tesoura
  • Comida para gato ou alpiste
O primeiro passo é cortar a garrafa PET ao meio. Lixe o interior da parte de cima da garrafa até que ele fique fosco. Depois, retire o anel da boca da garrafa e coloque um pedaço do micro tule. Use o próprio anel para prender o tecido.
Coloque a ração ou o alpiste dentro da parte inferior da garrafa. Encaixe a parte de cima da garrafa na parte inferior com o bico virado para baixo. Se necessário, corte a parte do corpo da garrafa que ficar sobrando.
Use a fita isolante em todo o bocal, de modo que as duas partes da garrafa fiquem unidas.
Coloque água na sua armadilha, sem esquecer de deixar uns três dedos de área seca.
Dengue-para-o-Blog
COMO FUNCIONA
   A superfície lixada da garrafa faz com que a água de dentro suba por capilaridade, o que aumenta a evaporação e atrai mais facilmente o mosquito. Na parte seca, a fêmea vai depositar seus ovos. Quando nascem as larvas, elas descem pelo bocal atrás de comida (ração ou alpiste).
   Nesta fase, conseguem passar pelo tule. Mas conforme se alimentam e crescem, as pupas não podem mais atravessar o tecido e ficam presas.
   A armadilha deve ficar em um lugar não muito iluminado, e sempre que a água evaporar, a água deve ser reposta, pois é ela que ajuda a hidratar os ovos do mosquito.
    Para reutilizar a armadilha, lave com detergente líquido, assegurando-se de que todas as larvas e pupas morreram.

Vamos construir um mosquito com garrafa PET? 

Veja algumas ideias:





Todos precisam saber como lidar com esse mosquito.
Se você tem irmãos menores ou  priminhos, podem ensiná-los através de jogos infantis.
Basta clicar nos links abaixo:







quinta-feira, 17 de março de 2016

7º ano - Célula

Estamos estudando as células.
" Pensa numa aula doce."
Para fixar esse conteúdo fizemos uma paródia e comemos uma gelatina com o formato de célula.
Além disso observamos diversas células no microscópio.

Fiquem por dentro:




Célula vegetal- cebola

Célula animal - Bochecha

Célula sanguinea





domingo, 13 de março de 2016

6º ano - A água e as mudanças de Estado Físico

Nossas aulas sobre os Estados Físicos da Matéria foram incríveis.
Confiram nossas fotos:

Observando a sublimação - Gelo seco

Observando a condensação e sublimação no suco maluco.


Observando  a solidificação, fusão e vaporização

Sublimação na taça


Observando um refrigerante: condensação que acontece na garrafa gelada, fusão do gelo, etc.

Fixando o assunto cantando uma paródia.

Suco maluco

Cientista mirim

quarta-feira, 2 de março de 2016

6º ano - Ciências: Um processo investigativo


Levantando hipóteses e realizando experimentos.
Nossas aulas  de Ciências nos sextos anos são assim, super práticas.
Confiram as fotos:


quinta-feira, 9 de julho de 2015

Dissecando um coração de boi

Estamos estudando sobre o sistema cardiovascular e para fixar esse assunto dissecamos corações de boi nas aulas de biologia




Este foi usado como modelo, já com as marcações nas estruturas. 
Os alunos tinham que observar e localizar as estruturas no coração que estavam dissecando. 
Foi uma atividade muito proveitosa.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

6º ano - Espécies marinhas invasoras - Lixo

Olá sexto ano!!!!!
Nosso trabalho deste bimestre será retratar um pouco a realidade do nosso planeta.
A sopa plástica  dos nossos oceanos.

Lixo no mar, mar de lixo; mar, um lixo
FONTE - revista nautica online = http://www.nautica.com.br/colunas/viewcoluna.php?id=382

A produção de lixo segue crescendo na terra. Nos arroios e rios de nossa cidade temos o problema do acúmulo de lixo que fica evidente após qualquer chuva.Muito desse lixo acaba chegando aos nossos rios lagos e oceanos.

Sopa de plástico
Durabilidade, estabilidade e resistência a desintegração. As propriedades do plástico, um dos produtos com maiores aplicações e utilidades ao consumidor final, também o tornam um dos maiores vilões ambientais. São produzidos anualmente cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e cerca de 10% deste total acabam nos oceanos, sendo que 80% desta fração vêm de terra firme.No oceano pacífico existe uma enorme ilha de lixo plástico boiando que chega, segundo estudos, a área de São Paulo, Rio de janeiro, Minas Gerais e Goiás somadas.

Já é considerada a maior concentração de lixo do mundo, com cerca de 1000 km de extensão, vai da costa da Califórnia, atravessa o Havaí e chega a meio caminho do Japão e atinge uma profundidade de mais ou menos 10 metros . Acredita-se que haja neste vórtex de lixo cerca de 100 milhões de toneladas de plásticos de todos os tipos.

Pedaços de redes, garrafas, tampas, bolas , bonecas, patos de borracha, tênis, isqueiros, sacolas plásticas, caiaques, malas e todo exemplar possível de ser feito com plástico. Segundo seus descobridores, a mancha de lixo, ou sopa plástica se espalhada, tem quase duas vezes o tamanho dos Estados Unidos.

Mapa que mostra a ilha de plástico formada no Pacífico

Atualmente está em duas grandes áreas ligadas por uma parte estreita. Referem-se a elas como bolha oriental e bolha ocidental. Pesquisadores alertam para o fato de que toda peça plástica que foi manufaturada desde que descobrimos este material, e que não foram recicladas, ainda estão em algum lugar. E ainda há o problema das partículas decompostas deste plástico. Segundo dados de Curtis Ebbesmeyer, em algumas áreas do oceano pacifico podem se encontrar uma concentração de polímeros de até seis vezes mais do que o fitoplâncton, base da cadeia alimentar marinha.

E para piorar essa sopa plástica pode funcionar como uma esponja, que concentraria todo tipo de poluentes persistentes, ou seja, qualquer animal que se alimentar nestas regiões estará ingerindo altos índices de venenos, que podem ser introduzidos, através da pesca, na cadeia alimentar humana, fechando-se o ciclo, na mais pura verdade de que o que fazemos à terra retorna à nós, seres humanos.

Produtos plásticos - como garrafas, sacos, embalagens de comida, copos e talheres - formam a maior parte do lixo encontrado no oceano, segundo um relatório do Programa Ambiental da ONU (Unep, na sigla em inglês).

Somado a este problema, temos também o nill que são pequenas partículas plásticas que se confunde com o plâncton, base alimentar da maioria dos seres marinhos.

Plástico
Os compostos tóxicos do plástico podem ser encontrados nos organismos que o consomem, diz o relatório, afirmando que o produto pode ser confundido com comida por vários animais, inclusive mamíferos marítimos, pássaros, peixes e tartarugas.

As tartarugas marinhas, em particular, podem confundir sacolas plásticas boiando com águas-vivas, um de seus alimentos favoritos. Uma pesquisa de cinco anos com fulmaros glaciais - um pássaro encontrado na região do Mar do Norte - concluiu que 95% desses pássaros continham plástico em seus estômagos.
 


Para representar essa espécie invasora, o lixo, faremos um trabalho criando espécies marinhas utilizando materiais recicláveis. 
Segue algumas ideias retiradas da internet. Escolha o seu e mãos a obra!!!!!




























Bom trabalho!